Ana Caroline Monte Nero de Albuquerque, Advogado

Ana Caroline Monte Nero de Albuquerque

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Sobre mim

Advogada e Jornalista, Prática em direito público consultivo e contencioso civil
Advogada e jornalista por formação. Atenta ao que acontece no mundo e nas mutações do direito em razão dos fatos. Pesquisadora por natureza, zelo pela fidelidade dos conteúdos que veiculo. Mantenho a curiosidade em pautas com caráter de interesse público.

Principais áreas de atuação

Direito do Consumidor, 33%

É um ramo do direito que lida com conflitos de consumo e com a defesa dos direitos dos consumidor...

Direito Administrativo, 33%

É um ramo autônomo do direito público interno que se concentra no estudo da Administração Pública...

Direito Civil, 33%

É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

Comentários

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Ana Caroline Monte Nero de Albuquerque, Advogado
Ana Caroline Monte Nero de Albuquerque
Comentário · há 4 meses
Parabéns pelo texto e parabéns aos colegas pelos comentários trazendo mais informações a respeito. Também acredito que a cena eleitoral (pra variar) e as rodas de conversas ora na mídia, ora nos centros culturais, vêm abordando a questão da diferença salarial com um viés bastante tendencioso e desconectado da realidade, qual seja, a dos cálculos baseados no mercado (exemplificados pelo autor). Sou mulher, já formada em jornalismo, começo do zero minha carreira jurídica entendendo que, mercado é mercado e este não tem ideologia. Os nossos dados históricos (se analisados friamente) explicam muito do cenário no mercado de trabalho hoje, que tem como pano de fundo a transição da mulher do posto de simples dona de casa, mãe e trabalhadora de alguns setores da sociedade para um lugar de maior visibilidade, com maiores ambições profissionais e acadêmicas. Essa transição, porém, levará algum tempo para se consolidar de forma que o mercado de trabalho se iguale uma a um (1x1) ou até duas para um (2x1), já que somos maioria aritmética..rs Não vejo ganhos efetivos para as mulheres na defesa intransigente de realidades construídas com base em recortes. Na minha opinião, a mulher, ao defender essa suposta "misoginia no mercado de trabalho" sem investigar, por si própria, os argumentos de quem sustenta tal afirmação, torna-se ferramenta, meio útil a quem lucra com a guerra de retórica (sofisma, como se fazia na Grécia). E sejamos sinceros, retórica não reivindica direitos, frases de efeito não empoderam ninguém do ponto de vista fático. O mérito é o melhor juízo de valor no mercado de trabalho. Para quem se interessar no livro "Guia politicamente incorreto da economia brasileira" de Leandro Narloch, há um capítulo totalmente dedicado ao assunto aqui discutido, entitulado "Por que as mulheres ganham menos que os homens" (f. 198-209).

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